6 em cada 10 reprovam na renovação da carta de condução







Perda de audição é um dos motivos mais frequentes para a não validação 


6 EM CADA 10 PESSOAS REPROVA NA RENOVAÇÃO DA CARTA DE CONDUÇÃO

A audição é um sentido essencial para uma condução em segurança, uma vez que o condutor está constantemente sujeito a diversos tipos de informação sonora que deve descodificar e interpretar como sinais de perigo ou de atenção. A perda de audição tem, não só, um elevado impacto negativo na condução mas, também, no condicionamento da liberdade e autonomia das pessoas.

Segundo a legislação em vigor desde 2008, os condutores estão sujeitos à primeira renovação da carta de condução a partir dos 50 anos e um dos requisitos para a renovação é a apresentação de um atestado médico comprovativo de que se encontra apto, física e psicologicamente, para conduzir. Ter uma boa audição é um requisito para a atribuição da declaração médica e, caso exista perda auditiva, a renovação da carta de condução pode ser revogada, tornando as pessoas dependentes de terceiros.

Apesar do teste do Instituto da Mobilidade e Transportes Terrestres (IMTT), para a renovação da carta de condução, apenas ser necessário em condições específicas, sempre que existe alguma dúvida sobre as capacidades do condutor é obrigatória a realização de um exame que avalia diversas variáveis, sendo uma delas a audição. Nas pessoas com mais de 65 anos, a taxa de reprovação de renovação da carta pelo IMTT ultrapassa os 65%, ou seja, mais de 6 em cada 10.

"A perda auditiva é uma realidade que não pode ser ignorada. No local de trabalho, como na nossa vida familiar, é fundamental conseguirmos manter uma comunicação eficaz. Perder a independência e mobilidade devido à incapacidade de renovar a carta de condução pode ser uma fonte de frustração e isolamento. Devemos combater este estigma e procurar ajuda especializada, pois a perda auditiva pode ser facilmente ultrapassada e a autonomia restituída ", refere Pedro Paiva, Audiologista da MiniSom.

Em Portugal, estima-se que um milhão de pessoas sofre de perda auditiva e demore, em média, cerca de sete anos a procurar ajuda. O risco de incidência de perda auditiva é maior a partir dos 50 anos, mas o problema de audição é geralmente gradual, pelo que pode surgir em qualquer altura da vida.

A história da MiniSom começa em 2000 mas é em 2008 que a empresa assume a designação atual e integra o grupo AudioNova, um dos maiores grupos europeus de retalho de aparelhos auditivos, sedeado na Holanda e presente em mais de 12 países europeus. Atualmente, a MiniSom disponibiliza os aparelhos mais inovadores, das principais marcas, através dos seus 47 centros em Portugal. Para mais informação sobre a MiniSom consulte www.minisom.pt.