Perturbações do ritmo cardíaco em debate na Universidade Sénior de Beja


A fibrilhação auricular afeta 200 mil portugueses
      
Perturbações do ritmo cardíaco em debate na Universidade Sénior de Beja

É já no próximo dia 28 de Março, pelas 15:30 horas, que a Universidade Sénior de Beja, acolhe a sessão de esclarecimento sobre fibrilhação auricular, promovida pela Associação Bate Bate Coração. A iniciativa irá decorrer no auditório da Câmara Municipal de Beja.

Segundo Carlos Morais, Presidente da Associação Bate Bate Coração um maior conhecimento da fibrilhação auricular, e do seu diagnóstico precoce, a ênfase na prevenção e no tratamento do AVC relacionado com esta doença, a melhoria dos cuidados continuados destes doentes e o acesso atempado ao tratamento adequado, constituem a melhor via para proporcionar cuidados de saúde de qualidade aos doentes com fibrilhação auricular, e, em simultâneo, reduzir a enorme carga económica resultante dos AVCs associados a esta doença”.

Num adulto saudável em repouso o coração bate cerca de 60 a 100 a vezes por minuto, sendo o seu ritmo regular como o tic-tac de um relógio. Em certas circunstâncias o coração pode bater de uma forma irregular o que se considera uma arritmia cardíaca (perturbação do ritmo cardíaco). A arritmia cardíaca crónica mais frequente é a fibrilhação auricular que se estima afetar cerca de 200.000 portugueses.

Uma das complicações mais graves da fibrilhação auricular é a ocorrência do acidente vascular cerebral (AVC) que pode ter consequências devastadoras. Cerca de 1/3 de todos os AVC, tem como origem a fibrilhação auricular, sendo que os AVC´s relacionados com esta arritmia são habitualmente mais graves.

Para mais informações consulte: www.batebatecoracao.pt


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