Especialistas reúnem-se em Lisboa
para debater este assunto
Dia 4 de Maio na Fundação Champalimaud
- Organizado pela American Medical Systems e Associação Portuguesa de Neurourologia e Uroginecologia
- Evento integrado num ciclo de debates, que pretende discutir as opções de tratamento do prolapso de órgãos pélvicos e da incontinência urinária feminina
- Debates têm vindo a realizar-se por toda a Europa, desde 2012, coordenados por especialistas nacionais e internacionais
A antecipar o Dia Internacional da Saúde Feminina, a AMS e a
Associação Portuguesa de Neurologia e Uroginecologia organizam a 4 de
Maio na Fundação Champalimaud, um conjunto de debates sobre
Incontinência Urinária feminina, problema que, estima-se, afecta 600 mil
portugueses, na sua grande maioria mulheres. *
O
evento, integrado num ciclo de debates interactivos, que pretende
discutir as opções de tratamento do prolapso de órgãos pélvicos e da
incontinência urinária feminina, tem vindo a realizar-se um pouco por
toda a Europa, desde 2012, e será coordenado por um grupo de
especialistas em urologia e ginecologia.
A
incontinência urinária é, segundo a definição da Sociedade
Internacional da Incontinência, a perda involuntária de urina,
objectivamente demonstrável, com um grau de severidade tal que se torna
um problema social ou higiénico. As formas mais frequentes de
incontinência urinária feminina são incontinência urinária de esforço,
bexiga hiperactiva ou de urgência e a incontinência urinária mista.
Existem ainda outros tipos de incontinência urinária mais particulares e
raros (incontinência por regurgitação, incontinência total, enurese
diurna e nocturna e incontinência extra uretral).
Estudos
realizados recentemente em conjunto pela Associação Portuguesa de
Urologia e a Associação Portuguesa de Neurologia e Uroginecologia, sobre
incontinência urinária em Portugal, referem que 58,8% das pessoas que
sofrem de incontinência urinária são mulheres.
A
perda de urina involuntária pode afectar as mulheres em qualquer idade
ao longo da vida, nomeadamente durante a gravidez, após em parto e na
menopausa. A forma mais comum é a incontinência urinária de esforço,
seguida da incontinência de urgência. Porém, muitas mulheres sofrem de
incontinência mista que combina sintomas de incontinência de esforço e
de urgência.
Com
a idade, aumenta a probabilidade de a mulher vir a sofrer de
incontinência urinária: 25% das mulheres com mais de 35 anos sofrem com o
problema e essa percentagem sobe para 50% a partir de 65 anos. Contudo,
em Portugal, cerca de 16% das mulheres que sofrem de incontinência tem
menos de 35 anos. **
Vergonha,
dificuldade em manter uma vida normal, deixar de fazer viagens longas e
de socializar, são apenas algumas das limitações que afectam as
mulheres que sofrem de incontinência urinária de esforço. Razão pela
qual restringem as suas actividades, pensando quase sempre tratar-se de
uma situação normal que surge com a idade e talvez devido aos partos. O
problema é que "não é normal, não é natural", mas "tem tratamento",
alerta Bercina Candoso, Ginecologista/Obstetra, Assistente Hospitalar
Graduada de Ginecologia e Obstetrícia e responsável pela Unidade de
Uroginecologia e Pavimento Pélvico, na Maternidade Júlio Dinis, Porto. * * *
Muitos
especialistas consideram a incontinência urinária como uma das novas
epidemias do século XXI agravada pelo contínuo aumento da esperança
média de vida e pelo facto de continuar a ser sub-diagnosticada e, por
consequência, sub-tratada. Estima-se que, apenas uma em cada quatro
mulheres sintomáticas procura ajuda médica, já que é considerada de
forma errónea uma consequência natural da idade, sem tratamento eficaz
sendo por isso uma epidemia silenciosa.
A
AMS (American Medical Systems), empresa líder em soluções de saúde
pélvica que reunirá em Lisboa os principais especialistas em saúde
pélvica, consideram que as malhas e o ‘sling’ cirúrgico apresentam uma
eficácia superior a 90% para o tratamento da incontinência de esforço.
Este tipo de incontinência provoca a perda de urina durante o exercício
físico, ao tossir, espirrar, rir, ou qualquer movimento do corpo que
coloca pressão sobre a bexiga.
Todos
os especialistas, intervenientes nos debates interactivos sobre a saúde
pélvica feminina, consideram de extrema importância informar
correctamente as suas pacientes sobre os tratamentos existentes e que
são altamente eficazes, revelando sempre os benefícios mas também os
potenciais riscos. Assim, dependendo do tipo de incontinência, poderão
variar os possíveis tratamentos a aplicar. As intervenções cirúrgicas
são utilizadas para os problemas do pavimento pélvico com a colocação de
uma banda de incisão única, para a incontinência urinária e da malha
via vaginal, para o prolapso genital.
“De
facto, na área cirúrgica ocorreram nos últimos anos grandes avanços: as
cirurgias minimamente invasivas, já usadas em Portugal, podem ser
feitas em regime de internamento hospitalar de um ou dois dias, ou em
regime de ambulatório, isto é, sem necessidade de recorrer a
internamento hospitalar, ou mesmo em regime de consultório com injecções
periuretrais. De salientar, que estas cirurgias vieram revolucionar os
procedimentos cirúrgicos, ao constituírem-se como técnicas mais simples,
mais seguras e fiáveis, permitindo uma recuperação mais rápida e com
excelentes resultados”, referiu Teresa Mascarenhas, chefe de Serviço de
Ginecologia e Obstetrícia do Hospital de S. João, Porto. * * * *
* Estudo elaborado pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP)
*
* Estudos realizados em conjunto pela Associação Portuguesa de Urologia
e a Associação Portuguesa de Neurologia e Uroginecologia
* * * VI Congresso Nacional APNUG
* * * * Artigo sobre Incontinência Urinária Feminina, (Médicos de Portugal)
Sobre AMS
A
American Medical Systems, desenvolve e fornece há mais de 35 anos,
equipamentos médicos de alta qualidade, usados para o tratamento de
distúrbios pélvicos tanto masculinos com femininos. Apresenta soluções
para diversas doenças que incluem incontinência urinária masculina e
feminina, disfunção eréctil, estenose uretral, prolapso genital e
incontinência fecal. Estas doenças diminuem significativamente a
qualidade de vida dos indivíduos e podem afectar profundamente as
relações sociais.
Os
nossos produtos permitem aos especialistas restaurar a dignidade e o
controle dos seus pacientes, através de terapia ou de implantação
cirúrgica de dispositivos médicos. A AMS conta com uma reconhecida
reputação devido ao rendimento dos seus produtos e à inovação técnica,
tendo como compromisso fazer com que as suas soluções sejam o menos
invasivo possível.
Trabalhamos
com urologistas, ginecologistas, uroginecologistas e cirurgiões,
satisfazendo as suas necessidades e trabalhando em parceria para criar
novas tecnologias que podem ser utilizadas com segurança no hospital ou
no consultório médico.
O
número de pessoas que vivem com uma doença pélvica está a aumentar
muito rapidamente, mas a maioria ainda não sabe que a sua doença é
tratável. A nossa equipa mundial está bem posicionada e centrada numa
visão de futuro, tendo como objectivo ajudar homens e mulheres em todo o
mundo a alcançar a qualidade de vida que desejam.
Para mais informações sobre a AMS e as várias soluções pélvicas existentes, visite o site:
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